Aos 16 anos comecei a fumar. Aos 22 já fumava 2 maços por dia. Não conseguia mais correr um jogo de futebol inteiro. Minha mulher reclamava de meu mau cheiro, de meu constante cansaço e de minha falta de paladar. Foi então que veio o enfarte. Somente aos 40 percebi que precisava mudar.
Hoje acho uma sensação indescritível poder fazer uma atividade física sem parar no meio. Minha mulher agora sente apenas meu perfume e elogia meu fôlego revigorado. Agora consigo diferenciar os gostos dos alimentos e, principalmente, não temo um enfarte a qualquer momento.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
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